Quarta-feira, 16 de Fevereiro de 2011

ARTIST DIRECT ENTREVISTA TAYLOR

A Artist Direct entrevistou recentemente a Taylor sobre Light Me Up e muitas outras coisas. Podem ler a entrevista em baixo.

Taylor Momsen dos The Pretty Reckless fala sobre Light Me Up, t-shirts de rock e de "O Feiticeiro de Oz"

Light Me Up, o LP de estreia dos The Pretty Recklessacabou de chegar ao iTunes e já está a arder nas tabelas. Num dia, o álbum chegou ao número 3 da tabela global do iTunes e a líder Taylor Momsen não podia estar mais contente. De qualquer das maneiras, sendo a artista verdadeira que ela é, ela está mais interessada sobre falar em relação às suas inspirações do que outra coisa.

"O Feiticeiro de Oz é um dos meus filmes favoritos", exclama Momsen com um sorriso manhoso.

Com uma t-shirt Rob Zombie transformada em vestido e a adoptar a espectacularidade de July Garland, Momsen é a visão de uma durona - ela também tem a voz para combinar. Em Light Me Up, os 'canos' abafados cheios de alma de Momsen navegam sobre um hino rock super carregado que é suficiente para uma arena levantar os punhos. Imaginem Fiona Apple a cantar sobre riffs do estilo de Soundgarden e têm uma boa noção. Os The Pretty Reckless são o que o rock 'n' roll precisava.

Taylor Momsen dos The Pretty Reckless sentou-se com o editor de ARTISTdirect.com e Rick Florino, autor de Dolor para uma entrevista exclusiva sobre Light Me Up, as suas t-shirts de rock 'n' roll favoritas, porque é que "O Feiticeiro de Oz" rula e muito mais.

 

Tu regressas sempre aos blues?

Claro, eu amo os blues. Tu consegues ouvir um pouco disso pelo álbum. Eu cresci a ouvir muito rock clássico e vinil. O meu pai tem uma colecção gigante de vinil com Led Zeppelin, The Who, The Beatles, Pink Floyd e AC/DC. Eles são os clássicos e ele ainda os ouve. Eles são os meus favoritos e são os clássicos por alguma razão!

 

Tiveste uma visão para Light Me Up como um todo ou organizou-se canção a canção no estúdio?

Nós tivemos uma direcção geral. Todos nós tivemos a mesma visão para o álbum mas é um álbum muito movido pelas canções. É muito sobre as canções e a produção que veio depois. Nessa forma, é diversificado, mas tem um sentimento coesivo porque veio da mesma visão final que nós queríamos que tivesse.

 

Qual é a história por atrás de "Factory Girl"?

Eu adoro os anos 60 e a canção é fortemente influenciada pela cena das drogas dos anos 60, Andy Warhol e Edie Sedgwick. De qualquer das formas, conta a história de uma prostituta nos anos 60 que vai de Nova Iorque para L.A. para drogas e dinheiro. Atravessa esta história do que é difícil na vida que esta pessoa está a viver, apesar disso é uma espécie de visão divertida disso.

 

 

Contar uma história é importante na tua composição?

Absolutamente! Temos de ter algo a dizer.

 

Eras capaz de seguir a personagem de "Factory Girl" para outro albúm?

Estamos sempre a escrever. É difícil dizer onde é que vamos da próxima vez porque é tão sobre cada canção e onde ela começa. Começa sempre de forma diferente. Há grandes temas no álbum e são algo que podemos sempre escrever sobre eles. É um álbum muito direccionado pela vida. No esquema das grandes coisas, é sobre situações que são maiores e mais detalhas que a situação que estou a explicar. O que eu estou a escrever realmente é, talvez, o que não vais tirar delas. E acho que isso é bom. Tirem o que quiserem delas. Tirem o que significa para vocês.

 

Alguma coisa vai dentro da paisagem do som dos The Pretty Reckless? Podemos ouvir isso em "Make Me Wanna Die".

Bem, tudo é tocado. Não existem laços nem nada. É muito musical e cada parte está lá por uma razão. As linhas que o atravessam são "Eleanor Rigby". É muito influenciado pelos Beatles na produção e em alguns desses aspectos assim como por outras bandas.

 

Quando é que começaste a gostar de heavy metal?

Eu comecei a gostar de Rage Against The Machine, Audioslave, System of a Down e Soundgarden e tenho ouvido-os por algum tempo. Foi provavelmente na mesma altura que eu vi os The White Stripes quando tinha 9 ou 10. Aquele foi um concerto divertido! Por acaso, não tenho visto muitos concertos. Eu tenho visto muitos DVDs (risos). Eu vi o Chris Cornell há dois anos atrás e foi fixe!

 

A música vem de um lugar criativo diferente da representação?

A música é tão diferente. É expressão. É olhar para dentro de ti. Pode ser uma grande tortura às vezes. Quando estou a representar, estou a fazer de uma personagem e estou a dizer as palavras de outra pessoa. Eu não tenho influência no que acontece esta semana num episódio de Gossip Girl. Eu leio o guião e faço o que lá diz. A música é a minha paixão. Representar é um trabalho que eu aprecio.

 

O que é que capta a tua sensibilidade visual nas canções?

Eu oiço muita música. É difícil de descrever. Não é exactamente uma coisa que tu fazes. Tens sorte. Estás no sítio certo na altura certa e ter algo que te inspira. Como escritora, tens sempre os olhos e ouvidos abertos para qualquer coisa despertar algo. É tão difícil. Estás a inventar algo a partir de nada. Para dizer de onde uma canção vem é tão elaboradamente difícil. Tu terias de estar lá e saber e estar, literalmente, na minha cabeça. É difícil de descrever. O concerto ao vivo é muito diferente do álbum. É muito mais cru que o álbum. É ao vivo por isso tem um sentimento diferente do álbum. O álbum foi tão afinado e trabalhado meticulosamente durante um período de tempo tão longo. Tem uma energia diferente o que é bom.

 

Tens algumas t-shirts de bandas favoritas?

Eu acabei de comprar esta t-shirt do Rob Zombie e é muito fixe. Eu adoro as t-shirts dos Iron Maiden. A arte deles é simplesmente espectacular! Eu tenho uma t-shirt fixe dos Audioslave que gosto muito. Eu tenho um monte delas e é difícil de escolher uma favorita. É a que estiver limpa nesse dia (risos)!

 

Precisas de um logótipo como o do Eddie dos Maiden para os The Pretty Reckless!

(risos) Preciso mesmo! Estamos a tentar encontrar um artista para o merchandise.

 

Quais são os teus filmes favoritos?

"O Feiticeiro de Oz" foi provavelmente o meu filme favorito. Eu fui obcecada por ele quando era pequena. Eu já o vi umas 300 ridículas vezes. Eu gosto de todos os filmes clássicos. Quando era pequena adorava todos os filmes das princesas Disney. A Judy Garland é espectacular. É uma história incrível. Adoro "A Alice no País das Maravilhas". Eu adoro aquela história e o livro!


Fonte: the-pretty-reckless.net

Tradução: Joana

publicado por Pretty Reckless PT às 15:28
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